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Gestação e Parto Normal – Bactéria Estreptococo do Grupo B – EGB

Gestação x Parto Normal – Bactéria Estreptococo do Grupo B – EGB | Tudo sobre esta bactéria 

O Flavio nasceu de cesariana (confira aqui), porque tive um probleminha na gestação e nunca falei aqui no blog o que realmente aconteceu. 
Mãe Sem Frescura - Gestação x Parto Normal – Bactéria Estreptococo do Grupo B - EGB | Tudo sobre esta bactéria 
Eu sempre sonhei em ter parto normal, dizia pra todo mundo e eu queria muito, muito mesmo. Já estava com 30 e poucas semanas e o Flavio não virava de cabeça pra baixo de jeito nenhum. A médica (que é ótima e indico com certeza – Dra. Ana Paula Junqueira Santiago) falava para manter a calma e que ele viraria.
Vocês acham que eu acreditava? Claro que não. 

Como virar o bebê?

Eu tinha um livro de cabeceira, que também é ótimo (A Bíblia da Gravidez – CMS Editora) e sempre consultava cada passo que estava acontecendo na minha gestação e que iria acontecer e uma das dicas era: como ajudar o seu bebê virar. Fazia diversos exercícios para ajudar no parto natural e para que ele virasse. Fazia tudo para ter o meu bebê de  forma natural. 
Segue (se o bebê estiver sentado):

“Deite-se de costas com os joelhos flexionados e coloque quatro almofadas altas sob as nádegas, de modo que sua pelve fique mais elevada do que o estômago. Permaneça nessa posição por no mínimo 10 minutos, duas vezes ao dia. A pelve mais elevada do que o estômago faz a cabeça do bebê flutuar e estimula-o a virar-se e direcionar a cabeça para a pelve.” Texto do livro: A Bíblia da Gravidez – CMS Editora

Fazia isso todo dia antes de dormir e um belo dia, ele virou. Além de alguns exercícios de agachamento que ajudariam na hora do parto.
Pronto! Todos os meus problemas estavam resolvido. Entretanto, a vida prega peças e ao fazer um exame no final da gestação (menos de 1 mês antes do Flavio nascer), descobri que tinha uma bactéria.

O que é a bactéria Estreptococo do Grupo B – EGB?

Segue uma curta explicação sobre a bactéria (Estreptococo do Grupo B – EGB):

“A bactéria Estreptococo do Brupo B também conhecida como Strepto B, é uma infecção bacteriana grave. A bactéria é encontrada na vagina de 25% de todas as mulheres, mas só um pequeno percentual de bebês nascidos dessas mães é contaminado. Atualmente, muitos médicos investigam a existência da infecção durante a gestação. Na infecção precoce, o bebê adoece poucas horas depois de nascer. Na infecção tardia – uma semana ou mais depois do nascimento – , é comum a doença evoluir para uma meningite.Tratamento – A infecção por estreptococo B é potencialmente moral e por isso um bebê contaminado vai precisar de cuidados médicos urgentes. Se durante a gravidez seu exame deu positivo, é provável que você tenha tomado antibióticos durante o parto para reduzir os riscos para o bebê. A infecção por Strepto B tardia vai exigir imediato tratamento hospitalar. No dois tipos de infecção, o tratamento intensivo precoce pode prevenir conseqüências potencialmente graves.” Texto do livro: A Bíblia da Gravidez – CMS Editora

Como foi o nascimento?

Lembro perfeitamente do dia que descobri esta bactéria Estreptococo, sai da médica chorando e o meu sonho do parto normal tinha ido por água abaixo. A médica falou que era arriscado ter parto normal e depois o bebê sofrer conseqüências e não indicou o uso de antibióticos durante a gestação, entretanto foi adotado outro procedimento. No dia do parto, que infelizmente foi cesariana (confira aquitive que chegar horas antes para tomar uma medicação na veia, muito forte e que raramente o Flavio seria infectado, mas o parto não poderia ser normal.
Não teve jeito! O que importa que o Flavio nasceu super saudável e logo que voltei para o quarto, ele chegou. Estava com medo de ter sido infectado durante o parto.
Já ouvi e li bastante coisa por aí de parto normal, embora sou super a favor. Para quem não sabe, a maioria dos partos nos EUA são normal, ou seja, a cesariana somente é indicada em casos graves. No Brasil, é essa palhaçada, porque os médicos não querem fazer o parto normal e já vão falando na cara de pau, sendo que o parto normal é o melhor para mulher e para o bebê. A minha ginecologista é super a favor do parto normal!!!

Você é a favor do parto normal?
Dê a sua opinião!

Apaixonada pela sua família e por corridas, vive intensamente a rotina de mãe que trabalha fora, reforçando o conceito do equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.

Implante no Útero (Mirena) – Devo ou não?!

Implante no Útero (Mirena) – Devo ou Não?! 

Quando casei, o meu desejo era ter 2 filhos, entretanto o tempo foi passando e as minhas idéias em conjunto com o meu marido foram mudando. Antes de engravidar do Flavio, nós resolvemos que teríamos um único filho que seria criado com muito amor e dedicação, pois hoje além de tudo ser muito caro, trabalho fora e é uma grande responsabilidade. Sei que estou dando o melhor futuro para ele desta forma.

Mãe Sem Frescura - Implante no Útero (Mirena) - Devo ou não?!

Quase 1 ano depois que o Flavio nasceu, procurei a minha ginecologista (Dra. Ana Paula Junqueira) e resolvi colocar um implante no útero. Há dois tipos disponíveis no mercado: útero e braço. Este método além de ser um contraceptivo também dou “adeus” a menstruação. Quando ficamos grávidas, não temos este incômodo por muitos meses e eu não gosto nem um pouco de menstruar, só de pensar já fico estressada, por isso, uni o útil ao agradável.

“LIVRE DA MENSTRUÇÃO E PÍLULA”

Desde junho de 2010, a minha vida mudou totalmente, pois não preciso mais ficar lembrando de tomar pílula e não me preocupo mais com a compra de absorventes. Eu recomendo!

Como é o método?

O implante chama-se MIRENA e é colocado no útero em um procedimento no hospital, embora alguns médicos optem pela colocação no próprio consultório. Eu fui anestesia e dormi por todo o procedimento, onde é realizada uma dilatação do colo uterino. Só sei que quando acordei já estava implantada, não senti absolutamente nada e foi muito rápido.

O que senti após a colocação?

As enfermeiras do hospital alertaram que teria muitas cólicas e também li isso na internet, entretanto não tive qualquer contratempo, absolutamente nada. A sensação era que nada tinha acontecido. A única coisa que incomodou mesmo foi que menstruei direto por um mês devido ao período de adaptação. Depois cessa, vem mais um pouquinho e vai cessando, até que o organismo esteja devidamente adaptado, ou seja, 5 anos sem menstruar (há somente alguns escapes pequenos e sem freqüência certa).

Livre da menstrução? Também contraceptivo? 

Fiquei até apreensiva, pois não é 100% garantido que a menstruação será cessada, o que depende da aceitação do organismo, ou seja, cada mulher reage de uma forma, embora para mim funcionou perfeitamente. Quanto ao contraceptivo, é garantido o mesmo percentual da pílula (99%).

Por quanto tempo?

O Mirena é eficaz por 5 anos consecutivos, embora é preciso realizar ultrassom periódico para confirmar que está devidamente posicionado no útero. Já o implante no braço tem duração apenas de 3 anos.

Quanto custa? 

Coloquei o Mirena em 2010 e paguei R$ 1.500,00 (implante + médico particular), sendo que a parte hospital foi pelo convênio. Então, faça as contas de quanto você gasta de pílula por mês e absorventes, e tenho certeza que chegará a conclusão que o implante é mais em conta e você fica tranqüila por 5 anos.

É realmente outra vida.
Vale a pena! Eu recomendo!

Quer saber mais do Mirena e como foram os 5 anos de implante no útero?
Confira aqui!

Mãe Sem Frescura - Implante no Útero (Mirena) - Devo ou não?!
31/12/10 – 1 ano e 5 meses 

Priscila Casimiro
Mãe Sem Frescura
www.maesemfrescura.net

*Post de 14/01/2011, atualizado em 25/06/2015

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Priscila Casimiro *
Mãe Sem Frescura *
www.maesemfrescura.net

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